Missionárias recebem novas aspirantes

As Missionárias Servas do Espírito Santo receberam 3 novas aspirantes na Comunidade Vocacional Madre Josefa, em Belo Horizonte. As jovens Janice, Patrícia e Sabrina  ingressaram no dia de Pentecostes, em maio, e estão vivenciando este tempo de formação e de convivência junto com as irmãs. Elas partilham conosco como foi a descoberta da vocação e a experiência que estão fazendo.

Janice Santos de Santana

Janice, de Porto Real do Colégio – AL, é formada em Serviço Social e conheceu as irmãs através da Paróquia do Verbo Divino:

“Acompanhei alguns trabalhos missionários da congregação e isso me motivou muito. Quando estava em missão com a família Arnaldina eu sentia no meu coração uma alegria, algo bom que não sei explicar. Também sempre tive o desejo de entrar para a vida religiosa, mas tinha muito medo de enfrentar esse desafio.

Ao longo da caminhada com os Missionários do Verbo Divino, fui me apaixonando pelo carisma missionário de Santo Arnaldo Janssem, então eu fui buscar conhecer as Missionárias Servas do Espírito Santo pelas redes sociais. Busquei também conhecer outras ordens religiosas, mas meu coração sentia o chamado de pertencer à família Arnaldina.

Nada é impossível quando se tem Deus, fé, esperança e amigos. É um desafio a experiência de entrar para o aspirantado; é uma experiência humana,  pessoal e comunitária. Não é fácil largar pai, mãe, irmãos, comunidade e meio cultural, saímos de nossa família pra formar outra.

Para mim a experiência do aspirantado está sendo um conhecimento pessoal, humano, vivendo na partilha com as irmãs em comunidade. 

Trilhar caminhos para uma vida religiosa é confiar no amor de Deus, que vai estar sempre comigo.”

Patrícia Soares da Silva

Patrícia tem 22 anos, é de Belo Horizonte-MG e sentiu o desejo pela vida consagrada quando tinha 16 pra 17 anos:

“Senti o desejo mas não entendia o que  Deus queria de mim e nem onde ele me queria.  Fiquei assustada porque não me imaginava dessa forma, mas Deus foi trabalhando em mim aos poucos até eu entender melhor o que ele queria de mim.

Escolhi as Missionárias Servas do Espírito Santo pela espiritualidade que Madre Josefa e Madre Maria tinham. Os Missionários do Verbo Divino, as Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo e as da Adoração Perpétua formam uma família missionária que se completa, acho isso maravilhoso.

Ter começado a experiência do aspirantado é uma mistura de sentimentos, as vezes de muito medo, muita alegria, muita saudade, e muito amor, mas é maravilhoso o que vem depois.
A experiência de estar neste caminho  é um pouco confusa, tem dias que me sinto sozinha sem saber o que fazer, porque tem coisas que nem meus amigos e nem minha família podem me ajudar, tem coisas que tenho que decidir sozinha, mas depois que passa é muito bom. Poder me entregar a Deus apesar do medo, é maravilhoso. Porque apesar dessas dificuldades tenho confiança  nesse Deus que me guia
.”

Sabrina Souza da Cruz 

Sabrina tem 19 anos, estudou gastronomia, é de Carapicuíba-SP e conheceu a congregação

através de uma amiga que participava dos encontros vocacionais:

 “A descoberta de minha vocação foi um processo gradativo, não me lembro bem como, mas a primeira vez que senti uma inquietação voltada para a vocação religiosa foi aos 14 anos. Desde então essa inquietação nunca me abandonou e, com o passar do tempo, fui conhecendo varias congregações e tendo cada vez mais certeza de que era esse o desejo de Deus para a minha vida.

Durante meu processo de discernimento vocacional conheci varias congregações. Porém, nenhuma delas, embora tenham ajudado muito no discernimento da vocação, me despertou o desejo de permanecer nelas. Quando conheci as Servas, seu carisma e seus trabalhos, me senti pertencente a essa missão.

Estou muito agradecida a Deus e a congregação por me acolherem para o seus serviços, também estou muito animada para começar a formação e assim começar a trilhar os caminhos que o Senhor me preparou.

Entrar no aspirantado tem sido uma experiência fantástica, embora também desafiadora, principalmente deixar minha família, minha comunidade de origem e amigos.”