Missionárias lutam para manter viva a cultura indígena

Hoje é o dia de nossos ancestrais, ascendentes, parentes e irmãos, os primeiros moradores do território brasileiro. Já conseguiu adivinhar de quem é? Do Índio!

Índios da Tribo Akwê Xerente

Sabemos o quanto é importante para a história de um país, manter viva suas origens e cultura, pois só assim é possível ver de onde veio e como progrediu com o passar dos tempos. No caso do Brasil, vai muito além de manter salva a história de nossas origens, mas de manter o próprio povo vivo! Embora minoria, os indígenas estão presentes em todos estados, chegando a ser cerca de 896,9 mil, representado 5% da população brasileira. São 305 etnias, que falam 274 línguas (dados do IBGE – 2017).

Uma das nossas prioridades como congregação missionária, é ir ao encontro das pessoas excluídas, marginalizadas e das minorias. Sendo assim, lutamos em defesa da vida dos índios e procuramos ajudá-los em suas necessidades. Temos uma comunidade em Tocantínia – TO, onde 5 irmãs moram próximo a tribo dos indígenas Akwe Xerentes.

Irmã Sílvia Tekla falando sobre seu livro no evento do CIMI.

A Irmã Sílvia Tekla Wewering, convive com os índios Xerentes há mais de 30 anos e, com eles, luta para que tenham acesso a uma educação de qualidade na própria língua. Ela escreveu um livro sobre esta tribo chamado “Akw Xerente – Vida, Cultura, Identidade”, que foi lançado no Congresso dos 40 anos do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), fazendo assim, com que a história Xerente não caia em esquecimento daqui à muitos anos.

Crianças da Tribo Akwe Xerente em sala de aula.