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“Pega-pega corrente…”

A força do coletivo vem sendo subestimada diante de tantos muros. É assustador criar crianças nesse clima. Muitas experiências vivas e potentes ficam de fora em nome da proteção, do zelo, dos evidentes perigos, do empobrecido cotidiano. Ao darmos as mãos, as relações se fortalecem, a experiência de contar com o outro vira prece. Maria José Brant (Deka) fala sobre uma brincadeira que marcou sua infância. Confira!

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